
Índice
Avanço registrado em obra não equivale à quantidade aceita pelo contratante. Somar boletins substituídos exagera o progresso apresentado.
O que precisa entrar no orçamento
Separe execução, apresentação e aceite por item contratual. Relacione cada boletim à revisão substituta e mantenha glosas identificáveis.
A análise não define direitos de cobrança nem substitui validação contratual.
Peça ao fornecedor a relação entre contrato, item medido e documento de aprovação. Um mesmo serviço pode aparecer em mais de um boletim porque houve apresentação parcial, correção de quantidade ou revisão do preço. A chave do modelo precisa explicar essa sequência; concatenar nomes de serviços não identifica necessariamente a mesma obrigação contratual.
O orçamento deve separar importação dos arquivos, conciliação das versões e desenho das visões. A reunião de obra precisa enxergar avanço físico, enquanto a conferência administrativa pode exigir valores apresentados e aceitos. Usar uma única medida para essas duas decisões torna o painel ambíguo, mesmo quando a soma matemática está correta.
Critérios específicos de homologação
- Unidade preservada por item contratual.
- Revisões substituídas fora da soma vigente.
- Glosas com motivo e responsável pela conferência.
A exceção que decide o aceite
Uma quantidade recusada gera nova medição. O painel deve preservar a anterior e mostrar somente a revisão válida no avanço aceito.
Inclua também um boletim ainda não aprovado e um item cujo código mudou. A entrega deve permitir navegar da quantidade consolidada à evidência de origem, sem confundir ausência de aceite com quantidade zero. Se o processo ainda não guarda revisões, a captura documental precisa preceder a automação do indicador.
Referência para avaliar o escopo
Orientações oficiais de modelagem do Power BI
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Converse com a Quantum9 sobre esse recorte e leve uma amostra anonimizada para avaliar o escopo.