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Quando várias pessoas usam o mesmo aparelho, o aplicativo precisa separar identidade, sessão e dados locais. Deixar todos trabalhando em uma conta comum prejudica a rastreabilidade das ações e a administração do acesso.
Como avaliar esta decisão
Defina como o usuário inicia e encerra o turno, quais informações ficam disponíveis e o que acontece com tarefas pendentes. A troca de pessoa não deve expor dados da sessão anterior. Ao mesmo tempo, apagar indiscriminadamente o armazenamento pode eliminar registros ainda não sincronizados. O fluxo de saída precisa conciliar privacidade, continuidade e responsabilidade operacional.
Critérios para comparar propostas
- Identidade: associar ações à pessoa autenticada e ao contexto da operação, sem depender apenas do identificador do aparelho.
- Troca de turno: tratar tarefas abertas, uploads pendentes e registros offline com regras explícitas.
- Administração: prever perda do dispositivo, revogação de acesso e recuperação autorizada.
Um cenário para discutir com o fornecedor
Exemplo hipotético: um coletor passa para outro operador antes de enviar uma contagem. O aplicativo deve informar a pendência e preservar a autoria, sem atribuir o trabalho ao próximo usuário.
O que validar na entrega
Teste alternância entre pessoas, sessão expirada, reinício do aparelho e revogação de acesso. Confira tanto a interface quanto os registros no servidor. Esconder uma tela não garante isolamento dos dados armazenados.
Prepare a conversa sobre o projeto
Para desenhar a solução com a Quantum9, informe quantidade de aparelhos, turnos, conectividade e método de identificação disponível. Inclua quem administra a frota e quem pode resolver pendências entre sessões.
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